Ator revela dificuldades da infância e superação através do jiu-jitsu em programa de TV

O ator compartilha como o jiu-jitsu o ajudou a superar traumas da infância e a enfrentar o bullying, moldando sua trajetória pessoal e profissional.

18/07/2026 11:41

2 min

Cauã Reymond (Divulgação/TV Globo)
Cauã Reymond (Divulgação/TV Globo)

O ator cotado para reviver o personagem Jorginho na nova temporada de Avenida Brasil, prevista para 2027, fez uma revelação impactante durante sua participação no programa Altas Horas. O artista, que esteve no ar em maio do ano passado com Serginho Groisman, compartilhou detalhes sobre a difícil infância que enfrentou.

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Ele falou sobre a morte da mãe, Denise Reymond, que faleceu em dezembro de 2019 aos 55 anos devido a um câncer no ovário. No entanto, o ator também revelou que ela era portadora do HIV. “Eu sofri muito bullying, minha mãe era HIV positivo”, contou.

Além disso, ele mencionou a história familiar complexa: “Minha avó adotou minha mãe, era mãe solteira e deficiente física e a minha tia, que também foi adotada, era esquizofrênica.”

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Desafios da infância

O artista recordou como essa situação gerou dificuldades em sua vida. Ele cresceu sem uma figura paterna presente, uma vez que seu pai residia em Santa Catarina. Isso contribuiu para os episódios de bullying que sofreu na infância. “Eu sofria muito bullying na rua porque meu pai morava em Santa Catarina”, afirmou.

Refletindo sobre esses momentos difíceis, o galã disse: “Sei que é difícil quando as pessoas olham para mim hoje, mas eu tive uma infância muito, muito difícil, muito delicada, muito rica também.” Ele enfatizou como essas experiências moldaram sua capacidade de contar histórias.

O ator também falou sobre o impacto emocional do bullying em sua vida. Ele se sentia isolado e sem alguém com quem compartilhar suas angústias. “Uma coisa que eu senti em relação ao bullying é que, às vezes, chegava em casa e eu não tinha ninguém para falar, eu tinha vergonha”, relembrou.

Superação através do jiu – jitsu

Para lidar com as dificuldades e desenvolver sua autoestima, o artista encontrou no jiu – jitsu uma forma de superação. Ele começou a praticar esse esporte entre os 14 e 15 anos e percebeu que isso lhe proporcionou defesa pessoal e confiança. “Aí eu entrei no jiu – jitsu aos 14 para 15 anos e comecei a encontrar uma forma de defesa, de autoestima, de confiança”, destacou.

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A jornada do ator evidencia não apenas os desafios enfrentados na infância, mas também como ele conseguiu transformar essas experiências difíceis em força e resiliência. Sua história serve como inspiração para muitos que passam por situações semelhantes.

Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.

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