Atacante argentino destaca importância da dieta mediterrânea para performance no futebol

A dieta mediterrânea é destacada como essencial para a performance esportiva e saúde geral, oferecendo benefícios que vão além do campo.

18/07/2026 17:56

3 min

Lionel Messi (Divulgação)
Lionel Messi (Divulgação)

O atacante argentino, que aos 39 anos se destaca como um dos principais nomes do futebol mundial, revelou que a dieta mediterrânea é parte fundamental de sua preparação física. Ele acredita que uma alimentação adequada é essencial para manter sua performance em alto nível.

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A Dra. Marcella Garcez, médica nutróloga e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), explica que esse tipo de dieta traz benefícios que vão além do desempenho esportivo. “A alimentação de um atleta de alta performance é crucial para seu bem – estar geral e desempenho.

A relação entre alimentação e resultados esportivos é complexa e multifatorial. Uma dieta equilibrada não só fornece energia, mas também impacta na recuperação, resistência, força e saúde em geral”, afirma.

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Benefícios da dieta mediterrânea

Segundo a especialista, a dieta mediterrânea está associada a uma redução significativa no risco de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, obesidade e certos tipos de câncer. Além disso, ela pode melhorar a saúde cerebral e contribuir para uma maior longevidade.

Dra. Marcella ressalta que essa abordagem alimentar pode ser adaptada à realidade brasileira. “A ‘mediterranização’ da dieta pode ser uma ótima estratégia para melhorar a qualidade de vida e prevenir doenças crônicas. É um dos padrões alimentares mais estudados e recomendados por profissionais de saúde devido às suas vantagens comprovadas em várias áreas”, diz.

Ela destaca ainda que os principais benefícios incluem proteção cardiovascular, controle glicêmico, saúde cerebral e diminuição de processos inflamatórios. “Esse padrão alimentar é rico em gorduras saudáveis do azeite de oliva e peixes, que ajudam a reduzir o colesterol LDL.

A dieta também contém fibras e carboidratos com baixo índice glicêmico, auxiliando na prevenção do diabetes”, completa.

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Desafios e alternativas acessíveis

Apesar das vantagens da dieta mediterrânea, a Dra. Marcella alerta sobre a importância do planejamento alimentar para evitar deficiências nutricionais. “O consumo reduzido de ferro heme, presente nas carnes vermelhas, pode ser relevante para quem corre maior risco de anemia”, observa.

Outro ponto levantado pela médica é o custo elevado de alguns alimentos típicos dessa dieta. “Em regiões onde azeite de oliva, peixes e frutas frescas são caros, pode ser difícil aderir ao padrão mediterrâneo. Além disso, as mudanças culturais necessárias podem representar um desafio significativo”, explica.

Como alternativa viável, ela sugere opções mais acessíveis que preservam boa parte dos nutrientes essenciais, especialmente o ômega-3. Sardinhas enlatadas são uma recomendação frequente por serem ricas em cálcio e proteínas além de geralmente apresentarem um preço mais amigável no Brasil.

A Dra. Marcella afirma ainda que pequenas mudanças na alimentação podem fazer grande diferença: “Substituir óleos refinados por azeite de oliva, aumentar o consumo de vegetais, frutas e leguminosas enquanto se reduz carne vermelha e alimentos ultraprocessados são passos possíveis para muitos brasileiros.”

Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.

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