Itaú Unibanco registra lucro de R 12,4 bilhões no 2º trimestre de 2026

Itaú Unibanco apresenta crescimento no lucro, refletindo estabilidade na qualidade da carteira de crédito e alinhamento com as expectativas do mercado.

04/08/2026 22:40

2 min

Mulher passa em frente a uma agência bancária do Itaú em São Paulo
Mulher passa em frente a uma agência bancária do Itaú em São Pau...

O Itaú Unibanco anunciou um lucro líquido recorrente de R 12,4 bilhões no segundo trimestre de 2026, um crescimento de 7,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. O balanço foi divulgado pelo banco nesta terça – feira (4). Quando comparado ao primeiro trimestre deste ano, o lucro apresentou um aumento de 1%.

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As estimativas feitas por analistas da LSEG previam um lucro líquido de R 12,5 bilhões. O desempenho da instituição reflete uma estabilidade na qualidade da carteira de crédito e um alinhamento com as expectativas do mercado.

Crescimento na carteira de crédito

A carteira de crédito do Itaú alcançou R 1,5 trilhão ao final de junho, o que representa uma alta de 9,6% em comparação com o mesmo mês do ano passado e um aumento de 2,7% na comparação trimestral. O índice de inadimplência acima de 90 dias manteve – se estável em 1,9%, indicando a solidez dos empréstimos concedidos pelo banco.

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No que diz respeito ao custo de crédito, o Itaú reportou despesas de R 10,1 bilhões, um crescimento de 7,4% em relação ao ano anterior e um aumento de 1,9% frente aos três meses anteriores. Esses números refletem a gestão eficaz dos riscos associados à concessão de crédito.

O retorno recorrente sobre o patrimônio líquido médio anualizado foi de 24,3% no período encerrado em junho. Esse resultado é superior aos 23,3% registrados no mesmo trimestre do ano passado e ligeiramente abaixo dos 24,8% obtidos no primeiro trimestre deste ano.

Projeções da LSEG indicavam uma taxa esperada de 24,14%.

Projeções para o futuro

O Itaú Unibanco reafirmou praticamente todas as suas previsões financeiras para o ano. A expectativa é que a carteira de crédito cresça entre 5,5% e 9,5%, enquanto o custo total com crédito deve oscilar entre R 38,5 bilhões e R 43,5 bilhões. Apenas a estimativa relacionada à receita proveniente da prestação de serviços e resultados dos seguros foi ajustada.

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Agora, o banco projeta uma expansão entre 2% e 5%, enquanto anteriormente previa um crescimento entre 5% e 9%. Essas revisões demonstram uma adaptação às condições atuais do mercado financeiro.

Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.

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