China reaviva Marxismo com Zhang Shiyi após 105 anos do partido
China reaviva Marxismo com Zhang Shiyi após décadas, buscando inspiração na realidade concreta chinesa.
O marxismo é visto por alguns como um ideal teórico que foi revigorado pela China após o fracasso de outros modelos socialistas; essa tese surgiu durante a celebração dos 105 anos do Partido Comunista da China (PCCh), em Pequim.
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“Marx concebeu o socialismo apenas teoricamente: enquanto União Soviética não conseguiu fazê – lo funcionar, a própria China revitalizou esse conceito”, avaliou Zhang Shiyi, ex – diretor do Sexto Departamento de Pesquisa no Instituto de História e Literatura do PCCh.
O historiador fez essas observações na manhã desta quinta – feira (23.
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O marxismo como teoria viva
Durante um evento organizado pela Associação Chinesa de Diplomacia Pública para jornalistas estrangeiros sob o título “105° Aniversário da Fundação do Partido Comunista da China”, foram debatidos temas que vão desde as disciplinas ideológicas até os mecanismos centrais de governança.
Para complementar a visão histórica, Zheng Huan detalhou em sua fala sobre as “Duas Integrações”, aprovadas no 20º Congresso Nacional do PCCh. Segundo ele, essas integrações unem diretamente o pensamento marxista à realidade concreta chinesa e também abraçam elementos da cultura tradicional local.
“Não tratamos o marxismo como um livro didático estático ou dogma imutável,” afirmou Zhang Shiyi mais tarde na ocasião; para seu entendimento, é crucial continuar explorando inovações teóricas adaptáveis às características específicas de cada época.”
Disciplina partidária: a linha das massas
Wang Yi detalhou em sua apresentação uma lógica fundamental por trás dos laços entre os quadros do PCCh e as camadas populares. Ela explicou que essa disciplina não apenas aproxima militantes ao povo, mas também garante esse enraizamento no longo prazo através da implementação constante de políticas concretas.
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“A lineça popular se estabeleceu como o instrumento estratégico mais bem – sucedido para o PCCh durante seus 105 anos,” afirmou Wang Yi; ela citou exemplos históricos marcados pela ordem rigorosa exigida pelo Exército Vermelho na Longa Marcha — um relato registrado há décadas sobre a unidade recusar colher frutos mesmo em momentos críticos.”
Construção partidária e planejamento futuro
O fortalecimento do partido é sustentado por estatísticas robustas, segundo Zheng Huan. Ele informou que até 31 de dezembro de 2025, os registros apontavam mais de 100 milhões de filiados ao PCCh no país.
A governança chinesa também se apoia fortemente nos princípios sistematizados dentro dos “Quatorze Compromissos”, relatório lançado o dia 2 de julho pela Escola do Partido; esses compromisos abrangem desde a liderança total em todos os setores da vida nacional até uma gestão estrita e integral pelo próprio PCCh.”
Modernização adaptada à China. Zhang Shiyi traçou um arco histórico que remonta às Quatro Modernizações, formuladas originalmente por Zhou Enlai ainda em 1954. Ele explicou como o conceito chinês de modernidade difere drasticamente do modelo ocidental sequencial.
“O estilo moderno chinesa adota vias paralelas onde industrialização, informatização, urbanização e avanço agrícola acontecem simultaneamente,” detalhou Zhang; essa abordagem foi validada com a aprovação do XV Plano Quinquenal no início de março de 2026.”
Exemplos práticos da dedicação ao povo
A conexão entre partido e população é ilustrada pelos exemplos citados na ocasião: Ma Shanxiang dedicou mais de trinta anos em Pequim à resolução de conflitos comunitários, desenvolvendo um acervo superior a sessenta metodologias. Já Huang Wenxiu percorreu vinte e cinco mil quilômetros para mapear as causas das dificuldades nas famílias pobres de seu vilarejo rural.
“Não importa quão trivial pareça o problema popular,” disse ma shanxiang sobre sua própria experiência; “ele representa sempre uma grande ocorrência.”