Trump lamenta morte de dois militares americanos em ataque no Irã na Jordânia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou neste sábado (18) sobre a morte de dois militares americanos na Jordânia. Em entrevista à News Nation, ele descreveu a situação como “algo muito triste” e acrescentou: “Detestamos ver isso acontecer. É a serviço do nosso país.” O presidente estava em sua propriedade em Bedminster, Nova Jersey, e ainda não havia feito uma declaração pública formal sobre as recentes baixas no conflito.
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Os militares americanos foram mortos na sexta – feira (17) durante um ataque com mísseis e drones promovido pelo Irã, conforme informou o Comando Central dos EUA (Centcom) em um comunicado. Um terceiro soldado está desaparecido após o ataque. Este incidente marca as primeiras mortes de militares americanos desde março deste ano.
Consequências do ataque
No mesmo ataque, outros quatro soldados americanos foram levados para hospitais na Jordânia por motivos médicos, mas já receberam alta, segundo informações do Centcom. Além disso, outros membros das Forças Armadas sofreram ferimentos leves e retornaram ao serviço rapidamente.
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O comando militar americano informou que não divulgará as identidades dos militares falecidos até 24 horas após notificar os familiares mais próximos.
A CNN buscou comentários da Casa Branca sobre as mortes, mas ainda não obteve resposta. O governo iraniano assumiu a responsabilidade pelos ataques a uma base utilizada por forças americanas em Al – Azraq, na Jordânia. Essa escalada de violência eleva o total de militares americanos que perderam a vida no conflito para 15 desde o início das hostilidades, que já dura quase cinco meses.
No dia 1º de março, seis soldados da Reserva do Exército dos EUA foram mortos em um ataque direto iraniano contra um centro de operações improvisado localizado no porto de Shuaiba, no Kuwait. Dias depois, um sargento do Exército também morreu após ser ferido em um ataque na Arábia Saudita.
Histórico de perdas americanas
As mortes mais recentes se somam a outra tragédia ocorrida em 12 de março deste ano, quando seis integrantes das Forças Armadas faleceram devido à queda de uma aeronave de reabastecimento KC-135 Stratotanker da Força Aérea dos EUA no oeste do Iraque — incidente este que não foi atribuído a fogo hostil ou amigo.
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A sequência de eventos revela o crescente custo humano da operação militar americana na região e destaca os riscos enfrentados pelas tropas que estão em ação. A situação continua tensa e é acompanhada atentamente tanto pela comunidade internacional quanto pelo público americano.
Diante desse cenário trágico e das repercussões políticas que podem surgir dessas perdas, espera – se que o governo Trump forneça mais informações nas próximas horas ou dias sobre os desdobramentos da situação na Jordânia e os planos futuros para os militares americanos envolvidos no conflito.
Autor(a):
Marcos Oliveira
Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.



