Trump afirma que é a “última chance do Irã” para assinar acordo, mas Teerã nega negociações

Trump destaca a urgência de um acordo com o Irã, enquanto Teerã se concentra em negociações com Omã, intensificando as tensões na região.

03/08/2026 17:20

2 min

Homem segura bandeira iraniana perto de outdoor anti-EUA representando o presidente dos EUA, Donald Trump, e o Estreito de Ormuz, em Teerã, Irã, em 30 de maio de 2026
Homem segura bandeira iraniana perto de outdoor anti-EUA represe...

A declaração veio após Teerã contradizer sua afirmação de que as negociações entre os dois países seriam retomadas.

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Trump enfatizou que esta seria a “última chance” para o Irã assinar um acordo, mas também declarou que não há pressa nas negociações, já que não está buscando a reeleição.

Questionado por jornalistas sobre o que mudaria desta vez em relação a tentativas anteriores de acordo, Trump respondeu: “Quero dar a eles a última chance antes da decapitação.” Ele havia anunciado no fim de semana uma posição firme sobre possíveis ataques, embora já tenha ameaçado realizar ações militares anteriormente e depois recuado.

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Desdobramentos das relações EUA – Irã

O porta – voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmaeil Baghaei, afirmou que o Irã está focado apenas nas negociações com Omã sobre o Estreito de Ormuz e alegou que os Estados Unidos “violaram todos os seus compromissos” em junho passado, quando um cessar – fogo falhou.

Além disso, em meio às tensões regionais, seis navios – tanque operados pela Arábia Saudita mudaram suas rotas pela África para evitar um bloqueio no Mar Vermelho imposto pelos Houthis, grupo apoiado pelo Irã no Iémen. Essa mudança acrescentou pelo menos duas semanas aos trajetos marítimos desses navios.

Trump também mencionou que cancelou ataques planejados após solicitações de Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar e Irã. Ele acredita que haverá um acordo sobre Ormuz e posteriormente um entendimento sobre o programa nuclear iraniano.

Impacto nos mercados e na segurança regional

A reação imediata ao anúncio do cancelamento dos ataques foi uma queda acentuada nos preços do petróleo. Trump comentou que as empresas petrolíferas estão “ganhando dinheiro demais” durante o conflito. Essa situação reflete as preocupações com a instabilidade na região.

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Enquanto isso, esforços dos Estados Unidos e do Conselho de Paz visam convencer Israel a interromper os ataques na Faixa de Gaza. No entanto, uma autoridade israelense reafirmou que Israel “continuará a neutralizar qualquer ameaça aos nossos civis e soldados”.

Conclusão sobre as negociações

A situação continua tensa e incerta à medida que as partes tentam encontrar um caminho para dialogar sem escaladas adicionais no conflito. O desenrolar dessas conversas será crucial para determinar o futuro das relações entre os EUA e o Irã.

Autor(a):

Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.

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