São Paulo avança com reforço na campanha contra sarampo após aumento de casos

São Paulo intensifica ações com foco na alta incidência do sarampo após revisão dos indicadores epidemiológicos.

Divulgação/Ministério da Saúde

O aumento dos casos de sarampo no estado de São Paulo— com a confirmação de pelo menos quinze ocorrências neste ano— acionou alertas sanitários e levou o governo estadual a reforçar as campanhas vacinais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A recomendação oficial aponta para uma busca ativa entre aqueles que não receberam imunização, além da aplicação das doses de reforço em crianças já cadastradas na rede pública.

Campanha ampliada abrange 645 municípios

Em resposta ao cenário do vírus, cidades importantes como Guarulhos, São Bernardo do Campo e própria capital paulista foram incluídas sob atenção especial. O Ministério da Saúde sugeriu estender essa cobertura até um público mais amplo: pessoas com idade entre seis anos e cinquenta e nove meses (ou seja, dos 6 aos 59 anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa medida faz parte de uma campanha geral de multivacinação que terá início oficial nesta segunda – feira, dia 03, seguindo porá somente até o próximo mês de setembro.

Disponibilidade das imunizações

O governo estadual confirmou a aplicação dessas doses para todo esse grupo etário em São Paulo; é importante notar que os serviços estarão disponíveis nos incríveis 645 municípios do estado. Além da vacina tríplice viral — protetora contra sarampo, caxumba e rubéola —, há um leque completo de outras atualizações no calendário normal.

Os profissionais podem aplicar também diversas demais immunizantes: BCG, hepatite B, pentavalente, rotavírus, além dos tipos pneumocócica 10 – valente (conjugada), meningocóccicas C ou ACWY (ambas conjugadas), influenza, Covid-19, febre amarela, varicela, DTP, Hepatite A e HPV.

Dados da cobertura vacinal em São Paulo

Segundo dados preliminares divulgados pela secretaria estadual de Saúde referentes a 2026, o estado registra uma taxa de imunização para a primeira dose que atinge os 77,5%, enquanto a segunda dose apresenta coleta de informações nos níveis de 65,5%.

Leia também

Contudo, há um desafio considerável: tanto o Ministério da Saúde quanto a Organização Mundial de Saúde estabelecem como meta ideal atingir consistentemente nove por cento (95%) nas duas doses.

“A atualização completa das cadernetas é fundamental não só na proteção infantil e juvenil contra doenças preveníveis pelo uso vacinal. Diante do risco atual com sarampo, essa estratégia ampliada em três municípios busca aumentar rapidamente nossa defesa coletiva e diminuir drasticamente qualquer chance de transmissão”, afirmou Tatiana Lang.

Comparativo histórico dos índices

Analisando os números anteriores para entender melhor esse esforço sanitário, foi possível notar que no ano passado — 2025 —, a cobertura nacional da primeira dose (D1) já havia alcançado um índice significativo de nove dois vírgula noventa por cento (92,9%), enquanto o percentual registrado na segunda dose (D 2)** era de setenta oito vírgula trinta e três por cento. Em relação aos municípios mais citados pela recomendação ampliada em São Paulo: Guarulhos registrou coberturas altas com ninety – one virgula cinquenta e nove por cento (91,59%) para D1; quanto à secondose do mesmo município foi registrada nos 83,90%. JáSão Bernardo do Campo atingiu índices próximos a isso — nine zero vírgio eighty quatro por cento (90,84%) no primeiro ciclo vacinal —, sendo que o próprio núcleo da cidade paulista apresentou os números finais na faixa dos noventa pontos sete oito virrgula setenta e nove porcento (D 1) de cobertura.