Sabesp admite falhas em protocolos de segurança após vazamento de gás em São Paulo

Sabesp admite falhas em protocolos de segurança após vazamento de gás em São Paulo
A Sabesp reconheceu, em comunicado divulgado nesta segunda-feira (15), que funcionários da empresa não seguiram os protocolos de segurança durante um vazamento de gás no bairro da República, na região central de São Paulo, ocorrido em 4 de junho.
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Nove colaboradores foram responsabilizados, com dois deles demitidos.
O incidente aconteceu quando uma tubulação de gás foi atingida durante um reparo emergencial na rua Doutor Teodoro Baima. A área ficou interditada ao longo do dia devido ao risco de um “vazamento em grande proporção”, mas não houve feridos.
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Medidas adotadas pela Sabesp
No comunicado, a Sabesp informou que, além das demissões, sete colaboradores foram suspensos e realocados para outros setores, onde passarão por reciclagem e treinamento. A empresa também anunciou a criação da Diretoria de Segurança Operacional, com o objetivo de reforçar as medidas de segurança na engenharia.
Segundo a companhia, haverá mudanças nas chefias, intensificação do monitoramento das frentes de trabalho e ampliação do treinamento e capacitação dos profissionais responsáveis pelos reparos. “A tolerância é zero para práticas inseguras, que coloquem profissionais e cidadãos em risco”, destacou a Sabesp.
Histórico recente de vazamentos
O vazamento na República ocorreu 23 dias após uma explosão que afetou várias residências no bairro Alvorada, na região do Jaguaré, zona Oeste da capital, onde duas pessoas morreram e pelo menos 160 foram forçadas a deixar suas casas permanentemente.
A Defesa Civil informou que as casas afetadas pela explosão no Jaguaré ainda não têm prazo para liberação.
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Durante dias, equipes de segurança trabalharam no isolamento da área, acolhendo as famílias e avaliando os danos nos imóveis.
Autor(a):
Ricardo Tavares
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.



