Integrante do PCC é morto em operação da PF contra esquema bilionário de tráfico de drogas

A operação da PF revela a complexidade do tráfico internacional de drogas, com a prisão de nove pessoas e o sequestro de bens que podem chegar a R 1 bilhão.

23/07/2026 13:00

2 min

DROGAS PCC
DROGAS PCC

Rildo dos Reis Cerqueira, conhecido como “R7”, um membro do PCC, foi morto durante a Operação Commodity da Polícia Federal, que investiga um esquema bilionário de tráfico de drogas. A operação também envolve o Comando Vermelho (CV). Segundo informações da PF, Rildo teria resistido à prisão e disparado contra os policiais.

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Na troca de tiros que se seguiu, ele foi atingido e, apesar de receber socorros imediatos, não sobreviveu. Ninguém da polícia ficou ferido durante a ação.

Até agora, nove pessoas foram detidas na operação. As investigações revelam que o grupo criminoso tinha uma rede complexa de lavagem de dinheiro e tráfico internacional de drogas. Desde 2021, a organização teria enviado cerca de 6,5 toneladas de cocaína para diversos países europeus.

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Operação Commodity em andamento

A Polícia Federal desencadeou uma grande operação na manhã desta quinta – feira (23), cumprindo 13 mandados de prisão preventiva e 44 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Espírito Santo. A CNN Brasil obteve informações indicando que o grupo alvo possuía vínculos operacionais com as facções PCC e Comando Vermelho.

Além das prisões, a Justiça determinou medidas cautelares que incluem o sequestro de ativos e o bloqueio de bens até o limite de R 1 bilhão contra pessoas físicas e jurídicas investigadas. Durante a ação em Igaratá, no interior paulista, um dos alvos reagiu à abordagem policial, resultando na troca de tiros que culminou na morte do suspeito.

Estrutura do crime organizado

As investigações apontam para uma logística sofisticada do grupo criminoso, com ramificações em diferentes continentes. Focada na exportação marítima da cocaína para a Europa, a organização utilizava métodos engenhosos para ocultar as drogas em contêineres.

Entre as táticas estavam a camuflagem da droga em sacos de café, cimento e argamassa, além da adulteração química das substâncias.

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Um exemplo notável é o uso da cocaína diluída em garrafas de refrigerante. O movimento financeiro do esquema é bilionário e envolve uma macroestrutura destinada à lavagem de dinheiro por meio de empresas “noteiras” e empresas fictícias. Também foram identificados “cripto – doleiros”, além da aquisição de bens luxuosos e imóveis caros.

Os envolvidos nas operações poderão ser processados por organização criminosa transnacional, podendo haver outras acusações à medida que as investigações avançam.

Autor(a):

Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.

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