IBGE Alerta: Sub-registro de Nascidos Vivos atinge níveis alarmantes em 2024
Alerta IBGE: Sub-registro de nascidos vivos atinge níveis alarmantes em 2024! Região Norte lidera crise com 3,53%. Roraima no topo do ranking com 13,86%! Saiba
Sub-registro e Subnotificação de Nascidos Vivos: Análise do IBGE em 2024
Um relatório recente divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 20.mai.2026, apresenta dados preocupantes sobre o sub-registro e a subnotificação de nascidos vivos no Brasil em 2024. Os resultados revelam disparidades regionais significativas, com a região Norte liderando o ranking de sub-registro com uma taxa de 3,53%, um índice 14 vezes superior ao registrado na região Sudeste, que apresenta apenas 0,26%.
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O estado do Roraima se destaca como o pior colocado no país, com um índice de sub-registro de 13,86% – ou seja, uma parcela considerável de bebês nascidos no estado não são formalmente registrados em cartório. Em contraste, o Paraná apresenta o indicador mais positivo do país, com uma taxa de 0,12%, refletindo um sistema de registro de nascimentos mais eficiente.
O formulário de cadastro, disponibilizado pelo Poder360, foi preenchido em conformidade com os termos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Tendências na Subnotificação
Além do sub-registro, o relatório também aborda a subnotificação, que ocorre quando os nascimentos não são comunicados ao Ministério da Saúde. A taxa de subnotificação apresentou uma leve redução em 2024, diminuindo de 0,43% para 0,39%, o menor percentual observado desde o início da série histórica em 2015, quando o índice era de 2,01%.
Essa diminuição, segundo o IBGE, é um avanço, mas ainda deixa espaço para melhorias.
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A instituição ressalta que o sub-registro e a subnotificação comprometem a qualidade das estatísticas vitais do país e dificultam o monitoramento de políticas públicas relacionadas à saúde e ao desenvolvimento social. O registro de nascimento é reconhecido pela Agenda 2030 da ONU como um direito fundamental, essencial para garantir o acesso a serviços básicos e promover a cidadania plena.