EUA prorrogam por 30 dias venda de petróleo russo sancionado; entenda os impactos!

Departamento do Tesouro dos EUA prorroga por 30 dias a venda de petróleo russo sancionado, visando ajudar nações vulneráveis. Descubra os detalhes!

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Departamento do Tesouro dos EUA Prorroga Venda de Petróleo Russo Sancionado

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou que permitirá a venda de uma parte do petróleo russo sancionado por mais 30 dias. A informação foi divulgada pelo secretário do Tesouro, Scott Bessent, nesta segunda-feira (18). Essa é a terceira vez que a administração dos EUA isenta sanções sobre o petróleo transportado por navio durante o conflito com o Irã.

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Em uma publicação no X, Bessent explicou que o Departamento está emitindo uma licença geral temporária de 30 dias, com o objetivo de permitir que nações mais vulneráveis tenham acesso ao petróleo russo que atualmente se encontra retido no mar.

Ele destacou que essa extensão proporcionará maior flexibilidade e que o governo trabalhará com esses países para fornecer licenças específicas conforme necessário.

Segundo Bessent, essa licença geral é uma medida que ajudará a estabilizar o mercado físico de petróleo bruto e garantirá que o produto chegue aos países que mais necessitam em termos de energia. Ele também mencionou que a ação contribuirá para redirecionar o fornecimento existente para as nações que mais precisam, diminuindo a capacidade da China de acumular petróleo a preços baixos.

A primeira licença geral de 30 dias foi emitida em março, com o intuito de permitir a venda do petróleo sancionado transportado por navio, em resposta à escassez de suprimentos. Embora Bessent tenha afirmado anteriormente que essa licença não seria renovada, uma nova licença foi emitida dois dias depois.

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Fontes próximas ao assunto relataram que a prorrogação foi feita a pedido de países parceiros. A isenção anterior, que expirou em 16 de maio, agora foi renovada. Críticos, no entanto, expressaram preocupações de que a venda do petróleo sancionado não esteja contribuindo para a redução dos preços e, em vez disso, esteja beneficiando Moscou em sua continuação da guerra contra a Ucrânia.

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