Estados Unidos desmentem Irã sobre destruição de aeronaves americanas em ataque na Jordânia

A tensão entre Estados Unidos e Irã aumenta com a troca de acusações, enquanto o conflito se expande com a participação de Arábia Saudita e Egito.

Homem segura bandeira iraniana perto de outdoor anti-EUA representando o presidente dos EUA, Donald Trump, e o Estreito de Ormuz, em Teerã, Irã, em 30 de maio de 2026

Os Estados Unidos refutaram as afirmações do Irã de que aviões americanos foram destruídos ou danificados em um ataque à base militar na Jordânia. A Guarda Revolucionária iraniana alegou que seus ataques resultaram na destruição de três caças F-35 e causaram mortes entre os militares inimigos.

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No entanto, autoridades americanas asseguraram que essas informações são falsas e que não houve qualquer dano às aeronaves.

A troca de acusações entre os dois países é uma prática comum, refletindo a tensão crescente na região. O recrudescimento das hostilidades segue um breve período de trégua não oficial, quando tanto os Estados Unidos quanto o Irã haviam suspendido suas ofensivas temporariamente.

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Conflito se expande na região

Com o retorno dos ataques, o conflito começou a se expandir geograficamente. A Arábia Saudita intensificou sua participação ao realizar bombardeios em conjunto com as forças americanas, enquanto o Egito também se envolveu nas tensões regionais mais recentemente.

O presidente americano, Donald Trump, já havia ameaçado retaliar com uma série de ataques contra o Irã, aumentando a incerteza sobre o futuro da situação.

A resposta iraniana, cujos resultados ainda são incertos devido às diferentes versões apresentadas, ocorre em um contexto de escalada que atrai cada vez mais países para o conflito. A situação no Oriente Médio permanece delicada e volátil.

Gaza: ataque israelense mata civis, incluindo crianças

No âmbito mais amplo da crise no Oriente Médio, um ataque israelense na Faixa de Gaza resultou na morte de pelo menos quatro pessoas, incluindo duas crianças. De acordo com socorristas locais, os disparos atingiram acampamentos de refugiados situados no sul e no centro do território palestino.

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O Exército de Israel justificou as ofensivas afirmando que seu alvo eram membros do Hamas.

Desde o início do cessar – fogo mediado pelos Estados Unidos em outubro de 2025, mais de 1.200 pessoas perderam a vida em ataques realizados em Gaza. Este novo ataque acontece enquanto líderes do Hamas estão reunidos com mediadores do Egito, do Qatar e da Turquia para discutir a implementação da segunda fase do plano de trégua proposto por Trump.

Essa fase inclui a retirada do Hamas do controle da Faixa de Gaza, a realização de eleições livres e a reconstrução da área.