Duas estrelas gigantes explodem e criam nebulosa de gás visível na Europa

No último domingo, 8 de março, por volta das 14h 55, uma intensa bola de fogo cortou o céu da Europa, deixando um rastro de fumaça visível em diversos países. O fenômeno foi registrado por muitas pessoas na Bélgica, França, Alemanha, Luxemburgo e Holanda, conforme informações da Agência Espacial Europeia (ESA.
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O brilho do evento durou cerca de seis segundos.
Muitos ficaram impressionados com a magnitude do fenômeno e se perguntaram sobre as suas causas.
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Estudos sobre o universo
Recentemente, astrônomos descobriram uma supernova superluminosa que envolve uma estrela massiva em uma galáxia situada a cerca de um bilhão de anos – luz da Terra. Os cientistas acreditam que sua intensidade se deve à presença de um magnetar — um remanescente estelar compacto e de rotação rápida com um campo magnético extremamente poderoso.
Essa descoberta pode ajudar a resolver mistérios sobre a evolução das estrelas.
Além disso, um estudo publicado na revista científica Astronomy & Astrophysics sugere que o Sol não está exatamente onde nasceu. Pesquisadores indicam que a estrela do nosso Sistema Solar pode ter se formado mais perto do centro da Via Láctea e migrado ao longo de bilhões de anos até sua localização atual.
Outra revelação intrigante envolve a identificação de um novo tipo de planeta fora do Sistema Solar. Denominado L 98-59 d, esse exoplaneta está localizado a aproximadamente 35 anos – luz da Terra. Ele possui um interior derretido e uma atmosfera rica em enxofre, características que foram analisadas com dados do telescópio espacial James Webb e observatórios terrestres.
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Explosões estelares e seus impactos
A morte explosiva das estrelas, ou supernovas, é sempre um evento violento que lança material ao espaço. Algumas dessas explosões são tão poderosas que não deixam para trás nenhum remanescente estelar. Pesquisadores da Universidade Monash destacam que essas supernovas podem ter consequências significativas para o cosmos.
Observações diárias por satélite têm revelado um aumento no brilho noturno em todo o mundo devido à iluminação artificial. Regiões como a África Subsaariana e o Sudeste Asiático apresentaram aumentos nas emissões luminosas, enquanto na Europa houve uma redução intencional relacionada a preocupações com conservação de energia e poluição luminosa.
Descobertas recentes de moléculas no espaço
Cientistas também fizeram avanços na identificação de compostos químicos no espaço interestelar. Pela primeira vez, foi detectada uma molécula chamada eritrulose, que contém quatro átomos de carbono em uma nuvem próxima ao centro da Via Láctea.
Essa descoberta foi publicada na revista Nature Astronomy.
Finalmente, uma equipe de pesquisadores revelou evidências de duas estrelas massivas em um sistema binário que explodiram violentamente em sequências curtas. As explosões deixaram para trás nebulosas brilhantes, sendo uma delas conhecida como Nebulosa da Água – viva devido à sua semelhança superficial com a criatura marinha.
Estudos indicam que entre 20 mil e 110 mil anos separaram as duas explosões.
Esses eventos cósmicos continuam a fascinar os cientistas e amantes da astronomia ao redor do mundo, ampliando nosso entendimento sobre o universo em constante transformação.
Autor(a):
Sofia Martins
Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.



