Arqueólogos descobrem múmia com cópia da “Ilíada” no Egito e novas espécies de répteis no Brasil

A descoberta da múmia com a “Ilíada” e novas espécies de répteis revela conexões surpreendentes entre culturas antigas e a evolução da vida na Terra.

02/08/2026 15:40

2 min

Imagem ilustrativa de extinção dos dinossauros
Imagem ilustrativa de extinção dos dinossauros

Pesquisas recentes revelaram descobertas fascinantes que vão desde a história da navegação até fósseis de criaturas pré – históricas. Um estudo realizado por arqueólogos espanhóis identificou 151 sítios arqueológicos subaquáticos no Estreito de Gibraltar, incluindo 124 naufrágios, destacando a importância histórica dessa região para a navegação.

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Além disso, um grupo de cientistas anunciou a descoberta de polvos gigantes que viveram há cerca de 100 milhões de anos, com impressionantes 19 metros de comprimento. A pesquisa publicada na revista Science apresenta fósseis excepcionalmente bem preservados, mostrando as mandíbulas desses predadores marinhos e evidências do desgaste causado pela alimentação em presas duras.

Descobertas Arqueológicas no Egito

No Egito, arqueólogos desenterraram uma múmia surpreendente na antiga cidade de Oxirrinco. O corpo tinha uma cópia da “Ilíada” de Homero presa ao abdômen, uma descoberta inédita que poderá oferecer novas perspectivas sobre a literatura antiga e suas interações com a cultura egípcia.

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Outra descoberta notável ocorreu no Brasil, onde um fóssil encontrado em Dona Francisca, Rio Grande do Sul, levou à identificação de uma nova espécie de réptil chamada Silescelida acristata. Este animal viveu há aproximadamente 240 milhões de anos, antes da era dos dinossauros.

Fósseis e Tesouros Naturais

A Alemanha também contribuiu para as descobertas científicas com o achado de um homem com aparência de 25 anos encontrado em uma cova de forno datada há cerca de 4.500 anos em Gerstewitz, na Saxônia – Anhalt. O estado das condições do corpo poderá oferecer novos insights sobre práticas funerárias antigas.

Enquanto isso, um fóssil guardado por décadas foi identificado como pertencente aos primeiros restos de dinossauro já encontrados na Antártida. Esta vértebra foi coletada em 1985 durante uma expedição do British Antarctic Survey e reclassificada após ser redescoberta pelo paleontólogo Mark Evans.

Novas Espécies e Evolução

Cientistas chineses trouxeram à luz a menor ave de cauda longa já conhecida: o Zhengheornis buyu. Essa descoberta oferece evidências significativas sobre a evolução das aves e a redução das vértebras da cauda antes da formação do osso caudal fundido.

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Por fim, um estudo publicado na revista Nature revelou que a Amazônia pode ter abrigado entre 1,25 milhão e 3 milhões de pessoas entre os anos 100 e 300 dC., muito antes da chegada dos europeus. Utilizando tecnologia avançada de escaneamento a laser, pesquisadores conseguiram identificar milhares de estruturas arqueológicas ocultas sob a vegetação densa da região.

Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

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