Polícia Civil do Rio prende Carlos Alberto da Silva, o “Cabelinho”, líder do tráfico na Rocinha

A prisão de “Cabelinho” representa um avanço significativo no combate ao tráfico na Rocinha, mas gera preocupações sobre possíveis represálias na comunidade.

18/07/2026 11:37

3 min

Saory Cardoso e Sheila – (Reprodução: Record; Link Podcast)
Saory Cardoso e Sheila – (Reprodução: Record; Link Podcast)

Na manhã de 1º de abril de 2026, a Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu um homem acusado de ser o líder de uma organização criminosa envolvida em tráfico de drogas. A operação ocorreu na comunidade da Rocinha, onde as autoridades realizaram uma série de mandados de busca e apreensão.

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A ação foi resultado de investigações que duraram meses e contaram com a colaboração do Ministério Público. Durante a operação, os policiais encontraram armamentos, drogas e uma quantia significativa em dinheiro. O preso, identificado como Carlos Alberto da Silva, conhecido como “Cabelinho“, já possui passagem pela polícia por crimes similares.

Detalhes da operação

A operação começou cedo, com equipes da Delegacia de Combate ao Crime Organizado (DECCO) fazendo cerco à área. Segundo o delegado responsável, Ricardo Lopes, a ação visava desmantelar a estrutura financeira e logística da facção criminosa que atuava na região.

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“A prisão do Cabelinho é um golpe significativo para o tráfico na Rocinha. Ele era um dos principais fornecedores de drogas para várias comunidades no Rio”, afirmou Lopes durante coletiva à imprensa.

Além das apreensões feitas durante a ação, os agentes também conseguiram recuperar materiais utilizados na fabricação de entorpecentes. A operação contou com apoio do Grupamento Especial de Policiamento em Áreas de Risco (GEPAR), que garantiu a segurança dos policiais em uma área conhecida por sua complexidade e violência.

Repercussão da prisão

A prisão gerou reações entre os moradores da comunidade. Alguns comemoraram a ação policial enquanto outros expressaram receio com possíveis represálias por parte de membros da facção. “É bom ver a polícia aqui, mas tenho medo do que pode acontecer depois”, disse uma moradora que preferiu não se identificar.

Por outro lado, especialistas em segurança pública consideram que esta prisão pode trazer um alívio temporário para a comunidade, mas ressaltam que é necessário um trabalho contínuo para combater as organizações criminosas. “É preciso abordar as causas do crime e oferecer alternativas aos jovens nas favelas”, comentou o sociólogo Paulo Mendes.

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Próximos passos das investigações

A polícia seguirá investigando outros membros da organização e planeja novas operações nas próximas semanas. O foco será identificar aliados do Cabelinho e desarticular toda a rede que sustenta o tráfico na Rocinha e em outras comunidades do Rio.

A expectativa é que mais prisões ocorram em breve, conforme novos dados forem coletados durante as investigações. O trabalho conjunto entre as forças policiais e o Ministério Público deve continuar sendo intensificado nas áreas afetadas pelo tráfico.

Autor(a):

Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.

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