Pastor Malafaia Alerta: Redistribuição de Royalties do Petróleo Pode “Quebrar” Rio de Janeiro

Pastor Malafaia alerta: redistribuição de royalties ameaça Rio de Janeiro! 🚨 O futuro da economia fluminense está em jogo. Saiba mais!

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Pastor Alerta para Impacto da Redistribuição dos Royalties do Petróleo no Rio de Janeiro

Em um vídeo divulgado no Instagram na segunda-feira (4 de maio de 2026), o pastor Marco Aurélio Malafaia fez um forte apelo aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) contra a proposta de redistribuição dos royalties do petróleo entre os 27 estados brasileiros.

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Ele argumenta que essa medida “quebraria” a economia do Rio de Janeiro, que é responsável pela produção de 90% do petróleo nacional.

Preocupações com a Economia Estadual

Malafaia expressou sua preocupação, comparando a situação com outras riquezas regionais que não são redistribuídas em nível nacional. Ele questiona por que os royalties do petróleo seriam divididos se outros recursos estaduais não sofrem o mesmo destino.

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Ele acredita que o pacto federativo não deve permitir que um estado prejudique outro, e que a redistribuição indiscriminada dos royalties poderia ter consequências negativas para o país como um todo.

Relevância dos Royalties para o Rio de Janeiro

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Estado do Rio de Janeiro solicitou ao STF a inclusão de uma nota técnica da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIERJ) no processo de análise. Essa nota técnica detalha que, se a nova lei tivesse sido implementada entre 2020 e 2025, o estado teria perdido arrecadação de R$ 48,3 bilhões, enquanto as prefeituras fluminenses teriam perdido R$ 68,7 bilhões no mesmo período.

Reuniões e Negociações em Brasília

O governador em exercício do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto de Castro, viajou para Brasília na quinta-feira (30 de abril) para discutir o tema com o presidente do PT e com o ministro do STF. O objetivo das reuniões era reforçar a preocupação com o impacto econômico severo que uma decisão desfavorável poderia causar ao estado.

A situação é complexa, com a Confederação Nacional de Municípios e 19 estados não produtores de petróleo e gás defendendo a validação da lei, enquanto estados produtores como Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo lutam para manter o modelo vigente, alegando riscos fiscais.

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