Marc Cucurella resgata tradição da seleção espanhola ao enterrar moeda antes da final da Copa

A vitória sobre a Argentina e o resgate do ritual de enterrar a moeda reforçam a conexão entre gerações da seleção espanhola e alimentam novas tradições.

Capdevila fez pedido para Marc Cucurella antes da final da Copa do Mundo

Marc Cucurella fez história na final da Copa do Mundo de 2026, que ocorreu em 18 de julho, ao adotar um ritual que remete a gerações da seleção espanhola. O lateral – esquerdo enterrou uma moeda no gramado antes da vitória por 1 a 0 sobre a Argentina, revivendo uma tradição iniciada por Joan Capdevila durante a conquista do primeiro título mundial da Espanha, em 2010.

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Nele, Cucurella é visto caminhando até o lado esquerdo do campo, retirando uma moeda da meia e enterrando – a discretamente na grama poucos instantes antes do apito inicial.

Essa prática teve início com Capdevila, titular na equipe campeã da África do Sul. O ex – jogador revelou que pediu ao atual lateral – esquerdo para repetir o gesto na decisão contra a Holanda, há 16 anos.

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O ritual de Capdevila e sua importância

Já contei isso milhões de vezes. Pedi ao Cucurella que fizesse o mesmo ontem. Marc, gosto muito de você.

Você é campeão do mundo!”.

A tradição nasceu na final de 2010, quando a seleção espanhola derrotou a Holanda por 1 a 0 na prorrogação e conquistou pela primeira vez o troféu mais cobiçado do futebol mundial. Desde então, Capdevila costuma brincar sobre como a moeda enterrada naquele gramado do Soccer City foi um amuleto de sorte para o time.

Agora, com a vitória sobre a Argentina, o ritual foi resgatado e se tornou parte da história recente da seleção espanhola. A conquista do segundo Mundial não apenas solidificou essa superstição entre os jogadores, mas também alimentou as conversas entre os torcedores sobre uma possível repetição desse ato na Copa do Mundo de 2030.

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Torcedores começaram a especular se esse ritual poderia se tornar uma tradição oficial da seleção para as próximas competições internacionais.

A ideia de repetir o gesto em futuros torneios já está sendo comentada entre os fãs, que veem nisso uma forma divertida de conectar as gerações passadas com as atuais. A superstição sempre teve um papel importante no futebol e agora parece ter encontrado um novo símbolo com Cucurella.

Com esse triunfo e o resgate das tradições anteriores, a seleção espanhola reafirma sua identidade no cenário mundial e mantém viva a chama das superstições que cercam suas conquistas.