Majur defende representatividade lgbt+ em brasília e aponta candidata presidencional

Maior destaca importância da representatividade LGBT+ no cenário político brasileiro e lança candidatura presidencial.

25/06/2026 20:19

3 min

Majur defende presença LGBT na política e vê Erika Hilton como possível futura presidenta do Brasil
Majur defende presença LGBT na política e vê Erika Hilton como p...

A cantora Majur fez um pronunciamento forte sobre a importância da representatividade política para pessoas LGBT+ durante sua passagem por Brasília na semana que antecede o dia 28 de junho.

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Em entrevista concedida à Rádio Brasil de Fato, ela defendeu publicamente os espaços de poder e afirmou acreditar no crescimento político da deputada federal Erika [Sobrenome não citado], vendo nela uma futura candidata presidencial. “Eu acredito que ela ainda vai ser presidenta… é um sonho”, declarou Major em reflexão profunda sobre como grupos historicamente excluídos estão entrando nas instituições políticas brasileiras.

A luta pela visibilidade nos centros do poder

Para a artista, essa ocupação dos setores políticos mais amplos eleva o nível na defesa de direitos fundamentais e reforça continuamente a importância crucial do voto popular contra qualquer tipo de retrocesso social ou legal no país.

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“Se não formarmos nós mesmos parte desses espaços para demarcar nosso ponto e defender nossos direitos, ninguém fará isso por fato,” alertou Majur. Ela enfatizou que é preciso atuar diretamente nesses ambientes institucionais. Essa participação visa garantir uma voz ativa onde antes havia silêncio histórico em relação à comunidade LGBT+.

A cultura afro – brasileira como tema central

Em Brasília , além da pauta política, o foco estava na turnê promovida pelo álbum “Gira Mundo”. O projeto musical de Major está dedicado integralmente à celebração da rica cultura afro – brasileira no país.

“O ‘Gira Mundo’ tem me trazido grandes surpresas”, explicou a cantora sobre seu espetáculo. A obra incorpora elementos profundos e significativos, utilizando canções escritas em iorubá que fazem referência aos orixás, passando pela espiritualidade ancestral até as raízes africanas do Brasil.

Majur descreveu ainda como é uma experiência visual intensa acompanhada por música forte; ela propõe um mergulho na presença marcante da África para o público presente nos shows de Brasília.

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Cuidado coletivo: Um apelo à comunidade LGBT+

Ao final dos comentários políticos e artísticos, Majur fez questão de deixar mensagens diretas às pessoas trans ou membros da comunidade LGBT+ que vivem com medo constante. Para a cantora, lutar pelo orgulho passa necessariamente também pelos cuidados mútuos em nível comunitário — denúncia ativa e proteção mútua são essenciais nesse processo Não há tempo a perder”, afirmou Major enfaticamente ao povo LGBTQIA+.

Ela lembrou aos ouvintes sobre como cada momento conta na vida (“A gente não deixa de estar viva enquanto estivermos vivos”) e o apelo por uma luta contínua.

Além disso, ela reforçou veementemente à necessidade de denunciar qualquer situação de violência sofrida pela população trans ou LGBT+, alertando que muitas dessas ações configuram crimes. “Transfobia é crime,” disse Majur com firmeza; aconselhou os presentes: se protejam sempre possível contra preconceitos ignorantes para preservar tanto sua paz quanto suas vidas valiosas.

Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.

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