Mais de 80 voos são afetados em aeroportos de SP e RJ por ventos fortes

Os ventos fortes que afetaram o Sudeste do Brasil provocaram cancelamentos e desvios de voos, impactando a operação nos principais aeroportos da região.

Ventos permanecem nesta quinta (30)

Os fortes ventos que atingiram o Sudeste do Brasil nesta quarta – feira (29) causaram sérios transtornos nos aeroportos de São Paulo e Rio de Janeiro, afetando ao menos 81 voos. Um levantamento feito pela CNN Brasil revelou que a situação foi especialmente crítica no Aeroporto de Congonhas, onde 32 chegadas e 22 partidas foram canceladas devido às condições climáticas adversas.

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Além disso, outros 15 voos tiveram suas rotas alteradas.

No dia seguinte, quinta – feira (30), a situação continuou complicada com o cancelamento de 3 chegadas e 2 partidas no aeroporto como parte de um ajuste na malha aérea. A Aena, concessionária responsável pela operação do aeroporto, informou que toda a infraestrutura estava disponível para pousos e decolagens e garantiu que todos os serviços para atendimento aos passageiros estavam funcionando normalmente.

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Impacto nos voos e desvio de aeronaves

Na quarta – feira, duas aeronaves que tinham como destino o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, tiveram que mudar seus pousos para outros aeroportos devido à ventania. Apesar dos contratempos enfrentados pelos passageiros e pelas companhias aéreas, ainda na tarde de ontem, os voos começaram a ser normalizados.

Em relação ao Rio de Janeiro, cinco voos com destino ao RIOgaleão foram desviados para aeroportos alternativos: dois deles foram redirecionados para Belo Horizonte, dois para São Paulo e um para Vitória. O aeroporto também recebeu dois voos alternados provenientes do Santos Dumont (SDU), aumentando o fluxo em sua operação durante a crise.

Condições meteorológicas e previsão

A ventania que atingiu o Sudeste foi acompanhada por relatos de rajadas significativas nos dois estados. Em São Paulo, foram registradas três ocorrências de ventos fortes, enquanto no Rio de Janeiro foram contabilizadas duas. Essas condições meteorológicas severas são comuns em determinadas épocas do ano na região, mas sempre trazem desafios logísticos para as operações aéreas.

As autoridades não especificaram se há previsão imediata de melhora nas condições climáticas. Contudo, é esperado que as companhias aéreas adotem medidas adicionais para minimizar o impacto das intempéries em seus planejamentos futuros. O setor aéreo já vinha enfrentando dificuldades antes mesmo dessa situação provocada pelos ventos fortes.

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Repercussão e próximos passos

As companhias aéreas estão sob pressão para cortar ainda mais voos devido às incertezas das condições climáticas. A análise da CNN aponta que esse cenário pode levar as empresas a repensar suas estratégias tarifárias e operacionais. Enquanto isso, passageiros devem ficar atentos às atualizações dos seus voos e considerar alternativas caso novos cancelamentos sejam anunciados.

Ainda segundo a análise feita pela CNN Brasil, é fundamental que os viajantes se informem sobre os status dos seus voos antes de se dirigirem aos aeroportos. As empresas aéreas costumam comunicar mudanças com antecedência através dos seus canais oficiais.

A situação destaca mais uma vez a vulnerabilidade do setor aéreo diante das condições meteorológicas extremas e a necessidade de uma coordenação eficaz entre as autoridades aeroportuárias e as companhias aéreas para garantir a segurança dos passageiros.