Liderança do Comando Vermelho, Penélope, é morta em operação no Rio

Operação no Rio resulta em morte de líder do Comando Vermelho, Penélope (“Japinha do CV”). A ação, no Complexo da Penha, ceifou a vida da principal líder

29/10/2025 17:09

2 min

A-traficante-Penelope-tambem-conhecida-como-Japinha
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Megaoperação no Rio Resulta na Morte de Líder do Comando Vermelho

A operação conjunta das polícias Civil e Militar no Rio de Janeiro, realizada na última terça-feira (28), continua gerando repercussão nacional. O evento culminou com a morte de Penélope, também conhecida como “Japinha do CV”, identificada como uma das principais lideranças do Comando Vermelho (CV).

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A ação, considerada uma das mais letais da história do estado, ocorreu no Complexo da Penha, área historicamente afetada pela violência.

De acordo com informações divulgadas pelo portal Itatiaia, o confronto resultou na morte de Penélope, que era reconhecida dentro da facção por sua estratégia e atuação na linha de frente do tráfico de drogas. Ela era responsável por monitorar rotas de fuga de membros do grupo e supervisionar os pontos de venda de substâncias ilícitas, mantendo contato direto com os chefes criminosos.

Imagens que circularam nas redes sociais mostram Penélope vestida com roupas camufladas e colete tático, durante o confronto. Ela foi atingida por disparos de fuzil, resultando em sua morte. A operação, denominada “Operação Contenção”, foi fruto de investigações conduzidas pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) ao longo de mais de um ano.

Cerca de 2.500 agentes participaram da operação, com apoio de recursos como helicópteros, drones e veículos blindados. A troca de tiros foi intensa, causando pânico entre os moradores da região. A ação visava enfraquecer o Comando Vermelho nas comunidades do Complexo da Penha e do Complexo do Alemão, onde o grupo exercia controle sobre rotas de tráfico e o fornecimento de armas.

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O confronto se estendeu por várias horas, resultando em uma das maiores tragédias urbanas registradas no Rio de Janeiro. Na manhã seguinte, moradores levaram os corpos para a Praça São Lucas, em um ato de desespero e protesto diante da violência.

O Ministério Público Estadual acompanha o caso e promete investigar as circunstâncias de cada morte.

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Autor(a):

Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.

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