Jim Carrey se manifesta pela primeira vez sobre a morte do diretor Chuck Russell, de “O Máskara

Jim Carrey elogia Chuck Russell, destacando a influência do diretor em sua carreira e a magia criada durante as filmagens de “O Máskara”.

Jim Carrey lamenta pela primeira vez morte de diretor de “O Mascara”, Chuck Russell

O ator Jim Carrey, de 64 anos, se manifestou pela primeira vez sobre a morte do diretor Chuck Russell, que faleceu na quarta – feira, 22 de janeiro de 2026. Em um comunicado enviado à revista People na última sexta – feira, 24, Carrey ressaltou o privilégio de ter trabalhado com Russell e destacou a atmosfera mágica que ele criou durante as filmagens de “O Máskara”. “Todo o elenco e equipe foram tocados e inspirados por sua alegria”, afirmou.

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A parceria entre Carrey e Russell começou em 1994, quando eles produziram o icônico filme de comédia. A trama gira em torno de Stanley Ipkiss, um funcionário de banco tímido que encontra uma máscara mágica que transforma sua vida. Ao colocar a máscara, Stanley se torna O Máskara, um personagem ousado e divertido que se atreve a fazer coisas que antes temia, incluindo flertar com a encantadora Tina Carlyle.

Legado de Chuck Russell

Carrey descreveu “O Máskara” como uma das joias de sua carreira criativa e agradeceu a Russell por proporcionar momentos vibrantes durante as filmagens. “Todos nós fomos abençoados por muitos anos com aquele momento atemporal”, completou o ator.

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O filme dos anos 90, também estrelado por Peter Greene como o antagonista principal, está disponível nas plataformas de streaming Globoplay e Prime Video. A obra continua sendo lembrada como um marco na carreira de Jim Carrey.

Morte inesperada do cineasta

Chuck Russell faleceu inesperadamente em sua residência em San Diego, nos Estados Unidos. De acordo com informações do TMZ, os bombeiros foram chamados para atender a um homem inconsciente. Ainda não foram divulgadas mais informações sobre a causa da morte ou detalhes adicionais sobre o ocorrido.

Russell, além de “O Máskara”, também dirigiu outros filmes notáveis como “A Bolha Assassina” (1988), “Queima de Arquivo” (1996) e “O Escorpião Rei” (2002). Em 2024, ele lançou um filme que explora temas sobrenaturais através de um tabuleiro Ouija.

Na época do lançamento, ele enfatizou a importância de humanizar as histórias no cinema: “Você precisa entrar na cabeça dos seus atores e incorporar suas personalidades em suas performances”, declarou ao site Variety.

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A perda de Chuck Russell deixa uma marca significativa na indústria cinematográfica, sendo lembrado por seu talento único e pela capacidade de criar experiências memoráveis para o público.